AS
FUTURAS GRANDES NAVEGAÇÕES ESPACIAIS: A
ESSENCIALIDADE DA PROPULSÃO NUCLEAR
Na revista de novembro/2008 da UNIFA, está publicada uma matéria
do Cel Carlos Augusto Teixeira de Moura, Chefe da Seção
de Mobilização Aeroespacial, Ciência e Tecnologia
– EMAER e do Dr. Lamartine Nogueira Frutuoso Guimarães,
Chefe da ENU.
Abaixo segue o resumo do artigo e também um link para quem desejar
ler na íntegra.
RESUMO
O Brasil já é um desenvolvedor e grande utilizador de aplicações
espaciais. Assim como outros países emergentes, como China e Índia,
o Brasil não pode abdicar da participação nas futuras
explorações do espaço profundo, mesmo se sabendo
das restrições impostas pelos países centrais para
acesso a tecnologias sensíveis, entre as quais a nuclear e a espacial.
Este artigo preconiza a necessidade de o Brasil iniciar uma linha de pesquisa
em propulsão nuclear espacial, de forma a garantir a possibilidade
de acesso ao espaço profundo.
Para tanto, apresentam-se os argumentos para justificar que se abrace
esse desafio, confrontando-se com as motivações e os ambiciosos
programas de outras potências emergentes. Salienta-se a rara janela
de oportunidades ainda existente, pois cresce o movimento internacional
para restringir a posse de material físsil, imprescindível
para a propulsão nuclear. Sintetiza-se um estudo de planejamento
governamental, executado segundo a metodologia da Escola Superior de Guerra,
visando ao estabelecimento dessa linha de pesquisa.
Destacam-se os resultados referentes à exploração
de cenários, a definição de objetivos de Estado e
na proposição de uma concepção estratégica.
Ressalta-se que a proposta aproveita uma infra-estrutura inicial já
existente no Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), e que os
recursos necessários são significativamente modestos frente
ao potencial incomensurável da exploração do espaço
profundo.
http://www.ieav.cta.br/
Comunicacao_Social/noticias/UNIFA nov2008.pdf
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