LEV
- Laboratório de Engenharia Virtual |
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Projeto TERRA – Tecnologia de Reatores Rápidos Avançados |
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| Gerente
do projeto e Contato: Dr. Lamartine Nogueira Frutuoso Guimarães
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Foto do novo prédio para abrigar o futuro ciclo Brayton fechado. |
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Foto do interior do prédio que abrigará o ciclo Brayton fechado. Nesta foto o objeto embalado por plástico é o trocador de calor que será colocado dentro do forno á gás, fonte quente do ciclo Brayton fechado. |
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Foto do interior do prédio que abrigará o ciclo Brayton fechado. Nesta foto o objeto embalado por plástico é o trocador de calor que será colocado dentro da caixa metálica, que servirá de fonte fria do ciclo Brayton fechado. |
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Forno a gás de 300 kW que será construído em 2012 para fornecer calor ao ciclo Brayton. O calor do forno substitui o calor que será produzido pelo microrreator nuclear. O forno funciona com GLP. |
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Visão artística do ciclo Brayton com a nova distribuição. Esta visão mostra o ciclo Brayton dentro do prédio. |
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Desenho artístico mostrando a nova distribuição de componentes do ciclo Brayton fechado. As paredes do prédio foram removidas para evitar sobre carga no desenho. Esta distribuição aumenta o espaço de circulação dentro do Laboratório. |
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Visão frontal do ciclo Brayton, sem as paredes do laboratório e bujões de GLP. |
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Foto do Laboratório Computacional de Tecnologia Nuclear mostrando a estação de trabalho DELL 7500 com processador DUAL QUAD CORE XEON W5580. |
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Partes desmontadas da turbina tipo de Tesla (TTT01) construída para operar com ar comprimido. |
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Partes da turbina tipo de Tesla (TTT02) desmontada, construída para operar com vapor. |
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Foto Schlieren da vazão de ar comprimido saindo do bocal da turbina tipo de Tesla (TTT02) para dentro da casca cilíndrica. |
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Foto da turbina tipo de Tesla (TTT03) construída para otimização de conceito e controle. |
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Turbina tipo de Tesla (TTT03) ligada aos sistemas eletrônicos para controle de rotação. Note as lanternas de LED na parte superior as quais são acesas pela potência gerada pela turbina. |
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| Foto da máquina de Stirling, presenteada pela EMBRAPA ao IEAv. |
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Máquina Stirling desmontada, para análise e mensuração de peças e componentes. |
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Desenho diagramático produzido no CATIA da máquina Stirling. |
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Desenho esquemático mostrando um microrreator nuclear acoplado ao seu sistema de conversão de energia, baseado em ciclo Brayton fechado. Note no esquema, um sistema de tubos de calor para rejeição passiva de calor. A lâmpada serve para ilustrar a geração de energia elétrica produzida por esta micro-usina nuclear. |
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Parâmetros do reator nuclear espacial Russo TOPAZ-II |
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Tempo de vida (anos) |
3 |
Potência elétrica do reator (kWe) |
6 |
Potência térmica BOL/EOL (kWth) |
115/135 |
Eficiência da conversão BOL/EOL (%) |
5.2/4.4 |
Massa total do sistema (kg) |
1.061 |
Diâmetro do núcleo (cm) |
26,0 |
Altura ativa do núcleo (cm) |
37,5 |
Diâmetro do reator (cm) |
40,8 |
Altura do reator (cm) |
92,0 |
Massa do reator (kg) |
290 |
Combustível |
UO2 |
Enriquecimento (%) |
96 |
Massa de U-235 (kg) |
~27 |
Número de elementos combustíveis |
37 |
Temperatura de entrada do refrigerante no reator BOL/EOL (oC) |
470/500 |
Temperatura de saída do refrigerante do reator BOL/EOL (oC) |
560/600 |
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Baseados nos dados da Tabela anterior foram produzidos estas figuras que ajudam a entender e permitem visualizar o núcleo de um microrreator nuclear para aplicação espacial. |
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No que tange a questão de treinamento de pessoal, é interesse do IEAv buscar transferir o conhecimento produzido em suas pesquisas para as gerações mais novas. De forma geral, o quadro das instituições de pesquisa do País no que diz respeito aos recursos humanos, como é bem sabido por todos os atores na área de C&T, é muito preocupante. Um grande número de pesquisadores está em vias de se aposentar o que poderá gerar uma imensa perda de conhecimento, com grande prejuízo para o País. A área nuclear, neste aspecto, será muito afetada por esse fato. O IEAv, ciente da responsabilidade de transferir esse conhecimento, criou a partir do primeiro semestre de 2012 uma pós-graduação strictu-sensu, em associação com o IAE e o ITA (Pós-graduação por associação parcial de IES, segundo a CAPES) com tópicos relacionados diretamente com o conhecimento e tecnologia desenvolvidos no IEAv. Uma das áreas de concentração é "Propulsão Espacial e Hipersônica". É dentro desta área de concentração que existe a linha de pesquisa de Propulsão Nuclear a qual dará apoio na formação de recursos Humanos e conhecimento de uso da tecnologia nuclear, para o projeto TERRA e para o País. O novo curso foi denominado “Ciências e Tecnologias Espaciais” – PG-CTE, e está na área de Engenharias III, foi avaliado pela CAPES e recebeu nota 4. O projeto TERRA se estivesse focado apenas na formação de pessoal, já teria seu mérito justificado. Atualmente, o projeto TERRA sustenta no PG-CTE um doutoramento, um mestrado, 02 pós-doutorados e 05 iniciações científicas. |
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