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O Instituto de Estudos Avançados é o pioneiro no uso do laser em aplicações de ciência e engenharia no país. Já em 1972, o Major-Aviador José Alberto Albano do Amarante, do então Centro Técnico Aeroespacial (CTA), e o Prof. Sérgio Pereira da Silva Porto, do Instituto de Física da UNICAMP, iniciam as conversas para criar um grupo de lasers no Brasil. Este grupo teria como objetivo a separação de isótopos de urânio como alternativa 100% nacional a tecnologia de ultracentrifugação sob a égide do acordo entre o Brasil e a Alemanha Ocidental. Os primeiros testes de separação isotópica ocorreram no Instituto de Física "Gleb Wataghin" da UNICAMP em 1974, sendo dois anos depois transferidos integralmente à Divisão de Estudos Avançados (EAV) do Instituto de Atividades Espaciais (IAE). Tendo como chefe o seu idealizador, TCel José Alberto Albano do Amarante, a EAV tinha como missão realizar pesquisas e desenvolvimentos de vanguarda da tecnologia laser. O TCel Amarante tinha claro o objetivo de nacionalizar toda a linha de montagem dos lasers para refino isotópico, desde as partes ópticas até a eletrônica de alta potência. Em 1978, sob a liderança do TCel.-Av. Reginaldo dos Santos, o EAV já tinha tecnologia autóctone para fabricar lasers da classe IV. O enorme volume de tecnologias desenvolvidas pelo EAV necessitou a criação de um instituto novo, o Instituto de Estudos Avançados (IEAv), criado em 2 de junho de 1982. Atualmente, o IEAv conta com seis divisões de pesquisa e desenvolvimento, entre elas a Fotônica.

Com o fim do Programa Autônomo de Tecnologia Nuclear pelo Governo Brasileiro, a subdivisão de lasers do IEAv, dentro da divisão de Fotônica, se dedicou à pesquisa, desenvolvimento e inovação de excelência e de referência internacional em pesquisas de tecnologias fotônicas  no campo aeroespacial.

A Divisão de Fotônica (EFO) tem a seguinte constituição:

 

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